{"id":1116,"date":"2024-06-10T14:36:48","date_gmt":"2024-06-10T17:36:48","guid":{"rendered":"https:\/\/grad.eba.ufmg.br\/artesvisuais\/?page_id=1116"},"modified":"2024-07-25T15:48:13","modified_gmt":"2024-07-25T18:48:13","slug":"ensino-extensao-pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/grad.eba.ufmg.br\/artesvisuais\/index.php\/ensino-extensao-pesquisa\/","title":{"rendered":"Ensino, Extens\u00e3o e Pesquisa"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group yuri-cl is-vertical is-content-justification-stretch is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-0a8f9e4e wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p class=\"has-text-align-left small-caps\">Ensino<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Procedimentos e materiais de grava\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o calcogr\u00e1fica<\/strong> \u2013 Invent\u00e1rio e contextualiza\u00e7\u00e3o de manuais e aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos permanentes<\/p>\n\n\n\n<p>Os trabalhos deste projeto centram-se na compila\u00e7\u00e3o dos manuais que circularam de modo informal nos ateli\u00eas e cursos de arte no Brasil e, por meio destes , compreender linhas de tradi\u00e7\u00e3o. Em paralelo a este invent\u00e1rio, almeja-se e a atualiza\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o destes saberes \u00e0s quest\u00f5es de salubridade e aos materiais dispon\u00edveis na regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte . Como produto final almeja-se a publica\u00e7\u00e3o em sistema digital de um manual de t\u00e9cnicas destinado ao publico acad\u00eamico da UFMG e uma atualiza\u00e7\u00e3o de procedimentos e ferramental de grava\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof. George Rembrandt Gutlich<br>Departamento de Artes Pl\u00e1sticas<br>Curso de Artes Visuais \u2013 Habilita\u00e7\u00e3o Gravura<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Fotografia<\/strong> \u2013 Escola de Belas Artes UFMG<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fotografiabelasartesUFMG\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group yuri-cl is-vertical is-content-justification-stretch is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-b16ad781 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p class=\"small-caps\">Extens\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><strong>NOSSA! GENAU, ZUSAMMEN<\/strong> \u2013 Construindo redes de colabora\u00e7\u00e3o entre Brasil e Alemanha<\/p>\n\n\n\n<p>A parceria entre a Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade de M\u00fasica e Teatro de Rostock (HMT) rende frutos desde o ano de 2015, quando um grupo formado por estudantes da EBA\/UFMG e Escola Guignard cruzou o oceano para participar de um interc\u00e2mbio na HMT. A Escola de Belas Artes recebeu a visita da Professora Atriz Marion K\u00fcster da Universidade de Rostock em 2016 e do Prof. Dr. Peter Alheit da Universidade de Gottingen no I Semin\u00e1rio Internacional Arte Educar, em 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>Como parte das a\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o desenvolvidas em 2019 a partir do Projeto de Extens\u00e3o est\u00e1 a iniciativa da cria\u00e7\u00e3o do <strong>Parlamento Internacional da Crian\u00e7a<\/strong>, proposta pelo <em>International drama in Education Association<\/em>. A associa\u00e7\u00e3o internacional IDEA representa a participa\u00e7\u00e3o cultural de crian\u00e7as e adolescentes em todo o mundo, bem como para reuni\u00f5es entre criadores de teatro em educa\u00e7\u00e3o. Young IDEA concentra-se especialmente em atividades para e com crian\u00e7as e adolescentes e apoia o interc\u00e2mbio internacional de jovens educadores de drama.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof.\u00aa Rosvita Kolb Bernardes<br>Departamento de Artes Pl\u00e1sticas<br>Curso de Artes Visuais \u2013 Licenciatura<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>CENEX<\/strong> \u2013 Centro de Extens\u00e3o da Escola de Belas Artes da UFMG<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.eba.ufmg.br\/index.php\/extensao\/cenex-eba\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Site<\/a><\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-content-justification-stretch is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-b16ad781 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p class=\"small-caps\">Pesquisa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Grupo de Pesquisa Cultura do Barro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Grupo de Pesquisa Cultura do Barro re\u00fane artistas\/professores do Departamento de Artes Pl\u00e1sticas da Escola de Belas Artes, da Escola Guignard e do curso de Antropologia (FAFICH\/UFMG), al\u00e9m de artistas e estudantes da gradua\u00e7\u00e3o e da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de diferentes cursos. O grupo se dedica \u00e0s pesquisas te\u00f3rico\/pr\u00e1ticas relacionadas com a cultura do barro e da cer\u00e2mica, em suas deriva\u00e7\u00f5es, em di\u00e1logo com diferentes saberes e fazeres, se reunindo na Escola de Belas Artes e na Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica da UFMG. As a\u00e7\u00f5es do grupo t\u00eam como eixo um estado de experimenta\u00e7\u00e3o permanente, como modo de investiga\u00e7\u00e3o, dos diversos fazeres, das pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o e dos sistemas construtivos envolvendo o barro, a cer\u00e2mica e suas tecnologias, em seus aspectos sociais, culturais e pol\u00edticos na produ\u00e7\u00e3o do trabalho autoral, seja ele individual ou coletivo. Esse eixo tamb\u00e9m norteia a produ\u00e7\u00e3o\/realiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es e semin\u00e1rios anuais, que se configuram como suportes para a reflex\u00e3o te\u00f3rica\/pr\u00e1tica e anal\u00edtica da cultura material, em diversos povos e territorialidades, gerada a partir do trato com a cer\u00e2mica e o barro e de suas imbrica\u00e7\u00f5es, cruzamentos e apropria\u00e7\u00f5es, assim como da ressignifica\u00e7\u00e3o das culturas ceramistas e do barro na arte e na constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria cultural.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof. Jo\u00e3o Augusto Cristeli de Oliveira e Adel Souki<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Bureau de estudos sobre a imagem e o tempo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Bureau de estudos sobre a imagem e o tempo, grupo de pesquisa, se dedica \u00e0s pr\u00e1ticas art\u00edsticas cujos prop\u00f3sitos se voltam para o estatuto da imagem com abordagem aberta \u00e0 hist\u00f3ria, literatura, psican\u00e1lise e \u00e0 antropologia do visual. N\u00f3s nos interrogamos sobre a imagem como acontecimento. Nos dedicamos \u00e0 problem\u00e1tica da cr\u00edtica e da escrita sobre a imagem, a dial\u00e9tica \u201carte e documento\u201d e aos diversos contextos que a imagem concebe: hist\u00f3rico, art\u00edstico, econ\u00f4mico, pol\u00edtico, cultural, etc.; contextos que jogam com a cenografia do nosso tempo, do nosso real, mas tamb\u00e9m de outras \u00e9pocas, inclusive remotas. Podemos verificar que as imagens espelham o tempo. O que fazem o artista e o historiador com as imagens? Como escrever a hist\u00f3ria ou hist\u00f3rias com imagens? Qual \u00e9 sua resson\u00e2ncia social e pol\u00edtica? Nos perguntamos: em qual medida os discursos cr\u00edticos voltados sobre as imagens determinam a maneira como as percebemos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof.\u00aa Patr\u00edcia Dias Franca-Huchet<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Estrat\u00e9gias da Arte numa Era de Cat\u00e1strofes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Grupo Estrat\u00e9gias da Arte numa Era de Cat\u00e1strofes desenvolve estudos interdisciplinares, subsidiados pelo cruzamento de v\u00e1rios discursos te\u00f3ricos e art\u00edsticos, avaliando a capacidade da arte em resignificar objetos culturais atrav\u00e9s de deslocamentos. Levamos em considera\u00e7\u00e3o duas vertentes: a primeira contempla os processos de produ\u00e7\u00e3o da obra; a outra coloca em pauta a quest\u00e3o da identidade do artista a partir da no\u00e7\u00e3o do \u201cartista como etn\u00f3grafo\u201d, elaborada conceitualmente pelo historiador e cr\u00edtico Hal Foster em <em>The Return of the Real<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro problema que nos ocupa \u00e9 a configura\u00e7\u00e3o do corpo e suas apari\u00e7\u00f5es na arte contempor\u00e2nea, a partir da constata\u00e7\u00e3o de que a Shoah \u2014 o genoc\u00eddio nazista \u2014 se configura como o lugar do trauma e aborda o entrela\u00e7amento das duas problem\u00e1ticas fundamentais da contemporaneidade: o corpo e a mem\u00f3ria. O terrorismo de Estado na Am\u00e9rica Latina e as guerras do final do s\u00e9culo XX e come\u00e7os do XXI assimilam-se a esse paradigma. As recentes demandas de memoriais e monumentos para lembrar as cat\u00e1strofes do s\u00e9culo XX colocam os artistas ante o desafio de como e de que maneira lembrar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof.\u00aa Maria Ang\u00e9lica Melendi de Biasizzo<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>GRASSAR<\/strong> \u2013 Grupo de pesquisa interdepartamental<\/p>\n\n\n\n<p>Grassar re\u00fane um grupo de artistas-professores da Escola de Belas Artes da UFMG, com o objetivo de promover pr\u00e1ticas art\u00edsticas, a partir das experi\u00eancias compartilhadas em pesquisas, exposi\u00e7\u00f5es, col\u00f3quios, publica\u00e7\u00f5es e edi\u00e7\u00f5es. A proposta se embasa na ideia de um ateli\u00ea aberto, em que os liames dos processos criativos se d\u00e3o a ver na condi\u00e7\u00e3o de engendramento, de disposi\u00e7\u00e3o para o vir a ser, para o tornar-se, sem que qualquer outra finalidade seja mais determinante que essa pr\u00f3pria for\u00e7a dos trabalhos, enquanto insurg\u00eancia processual. O grupo re\u00fane os artistas-professores Andr\u00e9a Lanna, Daisy Turrer, Elisa Campos, Fernanda Goulart, Liliza Mendes, Patricia Franca-Huchet, Roberto Beth\u00f4nico e Rodrigo Borges, alocados nos Departamentos de Artes Pl\u00e1sticas e Desenho. Suas pesquisas se abrem para al\u00e9m das linguagens espec\u00edficas da pintura, do desenho, da gravura, da escultura e das artes gr\u00e1ficas, criando um campo h\u00edbrido, uma nova geografia a ser cartografada e potencializada por esses encontros, justamente pelos interc\u00e2mbios criados, provocados, promovidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o conjunta dos membros do grupo<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>LEVE<\/strong> \u2013 Laborat\u00f3rio de Estudos e Viv\u00eancias da Espacialidade<\/p>\n\n\n\n<p>Publica\u00e7\u00f5es:<br>2017 \u2013 LEU \u2013 Laborat\u00f3rio de expedi\u00e7\u00f5es urbanas<br>2016 \u2013 PARE OLHE ESCUTE<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof.\u00aa Maria Elisa Martins Campos do Amaral<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Cole\u00e7\u00e3o Livro de Artista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Cole\u00e7\u00e3o Livro de Artista da Universidade Federal de Minas Gerais \u00e9 a primeira em uma biblioteca de universidade p\u00fablica no Brasil. Iniciada em novembro de 2009 com a doa\u00e7\u00e3o de um conjunto de livros de Alex Flemming, Guto Lacaz, Maril\u00e1 Dardot e Paulo Bruscky. O acervo possui mais de 700 livros catalogados e atualmente \u00e9 o maior do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof. Amir Brito Cad\u00f4r<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>NECI<\/strong> \u2013 N\u00facleo de Estudos da Cultura do Impresso<\/p>\n\n\n\n<p>O N\u00facleo de Estudos da Cultura do Impresso (NECI) iniciou-se em junho de 1997 sob o empenho e a coordena\u00e7\u00e3o da Prof.\u00aa Daisy Turrer, ao redor de um precioso material tipogr\u00e1fico doado pela Imprensa Universit\u00e1ria \u00e0 Escola de Belas Artes da UFMG. Um grupo de professores pesquisadores de v\u00e1rias \u00e1reas se reuniu ent\u00e3o, tendo como objeto de estudo comum, o estatuto da letra e suas deriva\u00e7\u00f5es: livro, imagem, texto, gravura, oralidade, impress\u00e3o, diagrama\u00e7\u00e3o, etc. Conscientes do atual est\u00e1gio da evolu\u00e7\u00e3o da escrita, ora transportada do papel para as m\u00eddias digitais, e tamb\u00e9m dos impactos dessas mudan\u00e7as em diversas \u00e1reas de cria\u00e7\u00e3o e campos profissionais, os integrantes do N\u00facleo de Estudos da Cultura do Impresso prop\u00f5em a realiza\u00e7\u00e3o de suas pesquisas integradas em diversas frentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Prof.\u00aa Daisy Turrer<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Cinco + Sete<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto Cinco + Sete foi idealizado em 2003, por Andrea Lanna, Eug\u00eanio Paccelli Horta, Liliza Mendes, M\u00e1rio Azevedo e Patr\u00edcia Franca, cinco artistas vindos de uma boa experi\u00eancia de outros trabalhos juntos. Pensando em ampliar as possibilidades das tradicionais exposi\u00e7\u00f5es coletivas, convidaram outros sete artistas para uma sequ\u00eancia de mostras (cada um dos primeiros cinco artistas convidou um outro e todos concordaram sobre convidar outros dois, mais jovens). Em 2004, a Pace Arte Galeria de Belo Horizonte, Minas Gerais, recebeu a proposta confiante, acolhendo a parceria (na pessoa de Leila Nogueira Pace).<\/p>\n\n\n\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Prof.\u00aa Patr\u00edcia Dias Franca-Huchet e Prof. M\u00e1rio Azevedo<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Vias de Acesso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>VIAS DE ACESSO reuniu proposi\u00e7\u00f5es resultantes de pesquisas pl\u00e1sticas e conceituais dos artistas Andrea Lanna, Daisy Turrer, Elisa Campos, Eug\u00eanio Paccelli Horta, Lau Caminha Aguiar, Liliza Mendes, Patr\u00edcia Franca, Rodrigo Borges e Wanda Tofani que, em seus trabalhos, problematizam as linguagens tradicionais entrela\u00e7ando-as em m\u00faltiplas vari\u00e1veis. A pintura, o desenho, a gravura, a escultura e a fotografia proporcionaram investiga\u00e7\u00f5es sobre a superf\u00edcie, sobre as rela\u00e7\u00f5es entre bidimensionalidade e tridimensionalidade, a representa\u00e7\u00e3o e os processos inerentes \u00e0s pr\u00e1ticas: releituras pl\u00e1sticas em abordagens advindas das pesquisas apresentaram-se na exposi\u00e7\u00e3o como uma escrita do espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>b-imagem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto b-imagem foi desenvolvido nos anos de 2002 e 2003 pelo NArP \u2013 N\u00facleo de Arte e Pesquisa \u2013 coordenado por Patr\u00edcia Franca e Marcos Hilll, visando a cria\u00e7\u00e3o de um banco de imagens de trabalhos dos professores-artistas do Departamento de Desenho da Escola de Belas Artes UFMG.<br>Durante o ano de 2002 foram escaneadas, tratadas e organizadas centenas de imagens dos trabalhos de 12 professores-artistas do Departamento de Desenho da EBA UFMG. S\u00e3o eles: Ant\u00f4nio Signorini, Carlos Wolney, Concei\u00e7\u00e3o Bicalho, Eug\u00eanio Paccelli Horta, Isabel Cristina, Jauver Beth\u00f4nico, Marcelo Drummond, Marcelo Kraiser, Patr\u00edcia Franca, Roberto Beth\u00f4nico, Vlad Eugen Poenaru e WandaT\u00f3fani. Cada imagem tem informa\u00e7\u00f5es sobre o t\u00edtulo, a t\u00e9cnica, as dimens\u00f5es e o ano de cria\u00e7\u00e3o da obra representada.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Regras do Jogo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cRegras do Jogo ou o espa\u00e7o inscrito Regras de uma Gram\u00e1tica que se institui como norma, padr\u00e3o. Da l\u00edngua ou das artes constr\u00f3i-se o jogo, que \u00e9 luta contra a morte. A morte da arte? Mas o jogo \u00e9 vertigem, \u00e9 risco, \u00e9 liberdade. As combina\u00e7\u00f5es do jogo s\u00e3o poss\u00edveis tantos quantos s\u00e3o os modelos que a arte aponta em seu contexto, em sua cultura, em sua Hist\u00f3ria. Da ordem \u00e0 anarquia, da natureza \u00e0 cultura os jogos s\u00e3o jogados. Apesar das regras, o jogo deixa acontecer a arte, ultrapassa tempo e espa\u00e7o para entregar (oferenda) ao p\u00fablico expectador uma luta, um campo de batalha vivido e por viver no outro. O labor faz ruir a m\u00edstica da inspira\u00e7\u00e3o. Exposi\u00e7\u00e3o, galeria, mercado: lugar dos poss\u00edveis. Onde os corpos sens\u00edveis se encontram construindo subjetividades e lugares an\u00f4nimos. Regras do jogo 3 Paragens padr\u00e3o (Duchamp), onde uma caixa de madeira mostra que o fora \u00e9 o dentro. Novas for\u00e7as, novas configura\u00e7\u00f5es e extens\u00f5es de sentidos e medidas. Que cada artista tenha suas medidas, suas regras, que orientam seus processos, sua \u201cinterior invergadura\u201d, mas o jogo aponta para outras paragens\/paisagens. Paisagens do contempor\u00e2neo da arte pelas vias de Patr\u00edcia Franca a que faz o rodopio dos alunos artistas, enquanto professora\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Trecho inicial do texto de apresenta\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o escrito pela Prof.\u00aa Vera Casanova (FALE\/UFMG).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Prof.\u00aa Patr\u00edcia Dias Franca-Huchet<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ensino Procedimentos e materiais de grava\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o calcogr\u00e1fica \u2013 Invent\u00e1rio e contextualiza\u00e7\u00e3o de manuais e aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos permanentes Os trabalhos deste projeto centram-se na compila\u00e7\u00e3o dos manuais que circularam de modo informal nos ateli\u00eas e cursos de arte no Brasil e, por meio destes , compreender linhas de tradi\u00e7\u00e3o. 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